Começamos a existir Naquele Sonho que faz realidade todos os outros, derramando o Seu amor, através do amor de dois seres humanos, e, no milagre da vida, descobri-mo-nos capazes de pensar, de amar, de chorar, mas também de sorrir. Misturando este sonho, agitado pela vida, assim pensamos... e do pensar a letra se faz, e da Palavra se recomeça de novo, como na Origem.

27 novembro 2007

Uma Imagem do Reino...


"Louvor ao nosso Deus que está sentado no trono, e ao Cordeiro. A benção, a glória, a sabedoria, a acção de graças, a honra, o poder e a força ao nosso Deus pelos séculos dos séculos. Amen."

08 novembro 2007

Eu, Job, ou Job e a nossa própria existência

Que fazes, meu Deus? Acaso dormes?! Porventura não vês que se apaga a minha vida?! Acaso rejeitas aquele que se volta contra Ti? Porque me rejeitas? Porque permaneces calado? Comparece diante de mim, mostra-me as Tuas razões!
Invoco-Te e não me respondes. Procuro-Te e não apareces. Estás antes diante dos ímpios. Os caprichos deles têm o seu cumprimento. Os anseios de alguém justo não passam disso mesmo. Dás-me e tiras. Mas não é por isso que Te peço contas. Preocupa-me antes o Teu silêncio. Todos me dizem que vale mais abandonar-Te. Tudo me aconselha a que deixe de crer em Ti. Interrogam-me sobre as minhas acções. Querem ver nelas a causa da minha inquietação. Até o mais íntimo se levanta contra Ti...
Mas continuo inocente. E se de todo não o sou, eis que venho a Ti com as mãos estendidas. Eis que me coloco diante de Ti como um pano nas mãos de uma lavadeira, para que afastes de mim toda a iniquidade. Lava-me e ficarei branco.
Não poderei acaso compreender-Te? Apresenta-Te diante de mim. Dá-me as Tuas razões. Deliberemos juntos. Finalmente Te mostras. Eis que Te escuto:
“Quem te criou, ò criatura pequena?!
De onde vem tudo o que tens?
Acaso não fui Eu que infundi o Meu sopro em ti?
Porque haverias de dominar uma obra que não é tua?!
Voltas agora as tuas palavras contra Mim,
Acaso não é no Meu colo que te refugias, ò homem?
Não sou Eu que preparo tudo o que precisas?
Responde-Me agora tu, que te atreves a questionar-Me, a Mim, o Senhor do Universo!
Dá tu mesmo solução aos teus problemas,
se acaso fores capaz!
Entende tu mesmo o mundo,
se acaso estás nele sem Mim.
Rejeita agora o Meu amor como costumas fazer.
Fiz aliança contigo mas tu ousas quebrá-la.
Não és fiel, mas esqueces que Eu Sou.
Tens um coração de pedra
e queres arrancar o coração de carne que para ti criei.
Acarinho-te e tu maltratas-me.
Chamo-te mas tu não Me respondes.
Dizes que não te ouço,
mas tu é que não falas comigo,
Eu que sempre te escuto.
Que compreendes tu da tua própria vida?
Não segues os Meus caminhos.
A fonte de que bebes não é a minha.
Dei-te o mundo. Que fazes dele?
Eu, o Senhor, fiz-Me um como tu,
para te mostrar que podes ser como Eu.
Amei-te com amor eterno.
É assim que me pagas?!
Procura-Me, pois eu deixo-Me encontrar.
Encontra-Me pois tens em ti a Minha imagem.
Ama-Me porque Eu já te dei o exemplo.
Mas se mesmo assim Me rejeitares,
Eis que Me coloquei no mais íntimo de ti,
Como um mapa, para que saibas que estou no teu caminho,
Eu, o Senhor.
Eis que estou sempre contigo,
Eis que a Minha graça vale mais que a vida.”

29 outubro 2007

www.santosubitoonline.com

Diário (5)

E se quiserem um dia falar sobre mim?!

Não falem!
Prefiro antes que se calem...
Vivo como quiser
mesmo se não quanto quero fizer.

Falar já eu falei...
leiam o que escrevi!
afinal escrevi tudo quanto vi
mas não vi tudo o que vivi.

E se quiserem mesmo assim falar
procurem bem entender
aquilo que eu quis esconder
quando disse: vivi apenas para amar.

Procurem-me talvez junto de Deus
e encontrem-me nestas linhas
- e que nem estas são minhas -
pois até os que estão com Ele são Seus.

"Meu Deus tende compaixão de mim que sou pecador"

Quantas vezes rezamos como o fariseu?! "Ainda bem que não sou como os outros. Eles são.... e ... e... " Da oração do publicano poderíamos aprender a transparência de alma: é pecador, sabe-se pecador, apresenta-se perante Deus como pecador, e é por causa da sua transparência que volta para sua casa justificado. A "folha de serviço" que o publicano apresenta dos outros é a mesma que tendenciosamente fazemos daqueles que nos rodeiam. Mas quando quisermos rezar, recordava a liturgia, que é a oração do humilde que atravessa as nuvens, isto é, que chega até Deus... "O pobre clamou e o Senhor ouviu a sua voz!!!"

25 outubro 2007

Uma interrogação

Porque é que na vida temos de necessariamente ter altos e baixos? Porque é que temos de sentir a ausência das pessoas? Porque é que tudo parece, às vezes, carecer de sentido? Porquê...? Porquê...?

24 outubro 2007

E eu?

Que poeta não finge?!
Que pensador não mente?!
Nunca põe em verso quanto sente
Não usa as palavras para falar...

Disfarça... oculta... confunde
mas fala, diz o que sente.
Mente.
Não iriam compreender.
Ele entende os outros,
quem me entende a mim?

22 outubro 2007

Diário (4)

Há momentos em que a vida parece ganhar mais sentido. Outros em que a vida nos recorda o seu sentido. Talvez alguns em que não faça sentido. Todos já vivemos momentos assim... e de uma forma ou de outra, mesmo aqueles que não querem pensar n'Ele, acabam por buscar n'Ele uma razão, um refúgio, os motivos... Os últimos dias foram para mim ocasião de experimentar um pouco de cada uma destas situações... Nestes momentos há respostas que ficam por dar. Talvez tivesse sido apenas ocasião de lançar as questões. As respostas hão-de chegar... Pouco importa se mais agora, ou talvez mais logo, ou nunca, o que importa é que a vida seja um caminho para que o Reino chegue até nós.
Abre em mim a portas do Teu Reino,
rasga os portões da Tua misericórdia e do Teu amor,
molda o meu coração de pedra num coração de carne,
age em mim com o Teu coração,
então serei feliz,
pois nada há-de afastar-me de Ti...
Sim, há-de ser esse o Dia feliz,
em que serás a Paz...

15 outubro 2007

"Morro porque não morro", Teresa de Ávila

Vivo sin vivir en mí
Y tan alta vida espero
Que muero porque no muero.
Vivo ya fuera de mí
Después que muero de amor,
Porque vivo en el Señor
Que me quiso para Sí.
Cuando el corazón le di
Puso en él este letrero:
Que muero porque no muero.


Esta divina prisión
Del amor con que yo vivo
Ha hecho a Dios mi cautivo
Y libre mi corazón;
Y causa en mí tal pasión
Ver a Dios mi prisionero,
Que muero porque no muero.

¡Ay, que larga es esta vida,
Qué duros estos destierros,
cárcel y estos hierros
En que el alma esta metida!
Sólo esperar la salida
Me causa dolor tan fiero,
Que muero porque no muero.

iAy, que vida tan amarga
Do no se goza el Señor!
Porque si es dulce el amor,
No lo es la esperanza larga:
Quíteme Dios esta carga
Más pesada que el acero,
Que muero porque no muero.

Sólo con la confianza
Vivo de que he de morir,
Porque muriendo el vivir
Me asegura mi esperanza.
Muerte do el vivir se alcanza,
No te tardes, que te espero,
Que muero porque no muero.

Mira que el amor es fuerte;
Vida, no me seas molesta,
Mira que sólo te resta,
Para ganarte, perderte;
Venga ya la dulce muerte,
Venga el morir muy ligero,
Que muero porque no muero.

Aquella vida de arriba,
Que es la vida verdadera,
Hasta que esta vida muera
No se goza estando viva.
Muerte, no seas esquiva;
Viva muriendo primero,
Que muero porque no muero.

Vida, ¿que puedo yo darle
A mi Dios que vive en mí,
Si no es perderte a ti
Para mejor a El gozarle?
Quiero muriendo alcanzarle,
Pues a El solo es al que quiero.
Que muero porque no muero.

12 outubro 2007

Diário (3)

Deus. Ele ama-te. Ama-me. Ama-nos. Mas como posso ver o Seu amor se ninguém mo der a conhecer?! Se ninguém de carne e osso me disser que me ama?
Podias ter-me feito um santo Senhor. Podias ter-me poupado a todas as situações que acontecem na minha vida e que me afastam de Ti. Porque não o fizeste? Porque não me criaste só com coisas boas?! Porque tenho de passar também pelas pequenas coisas más?! Ou às vezes maiores que eu?!
Há noites escuras, noites em que não Te vejo, não te consigo encontrar... É a noite escura dos sem amor... e nesse noite, vem Tu, ò Senhor, dar luz e vida...

10 outubro 2007

Diário (2)


Deus de quem afastar-se é cair, a quem dirigir-se é levantar-se, em quem permanecer é estar firme, a quem voltar é renascer, em quem habitar é viver.

Sto. Agostinho, Soliloquios I, 1,3 PL32, 870

Na verdade sinto que quando me afasto de ti caio. Ajuda-me a ir para ti, que eu me possa levantar para ficar em ti, para que firme, tendo voltado a ti renasça, e habitando em ti de facto viva!

01 outubro 2007

Ela compreendeu...

O amor é a chave da minha vocação. Compreendi que se a Igreja tinha um corpo, composto de direferentes membros, não poderia faltar-lhe o mais necessário e mais nobre de todos. Compreendi que a Igreja tinha um coração e que esse coração está ardente de amor. Então, no auge da minha alegria exclamei: Jesus, amor meu... finalmente encontrei a minha vocação. A minha vocação é o amor. No coração da Igreja, minha Mãe, eu serei o Amor...

Teresa do Menino Jesus e da Santa Face

24 setembro 2007

"Tende cuidado com a maneira como ouvis"

Apenas pode sentir a falta de Deus quem já experimentou a sua presença. E quando isto acontece é um sinal do agir d'Ele na nossa vida. Não é meu o pensamento. Partilho-o com o seu autor, e convosco... Jesus fala hoje da presença de Deus. Não é difícil de compreender o que Jesus quer dizer: ninguém acende uma lâmpada para a tapar de modo a que a sua luz não se veja. A lâmpada acesa ilumina o que está ao seu redor. Quem age como filho da luz é esta espécie de lâmpada e as suas obras não são ocultas. Elas iluminam aqueles que nos rodeiam, e nenhuma das nossas obras é oculta. A advertência com que Jesus termina não nos deixa indiferentes: "tende cuidado com a maneira como ouvis". É que nem sempre ouvimos tudo da forma como Jesus ouviria. Às vezes ouvimos pensando que connosco é diferente... Deus quando passa na vida de uma pessoa não nos deixa ouvir de outra forma que não seja conforme ao Seu coração. Há dias em que não deixamos Deus falar, outros em que Ele fala e nós não o escutamos... A maneira como ouvimos há-de ser sempre conforme à Sua vontade, para que a nossa vida brilhe como luz diante dos irmãos, para que O glorifiquem.

22 setembro 2007

Há coisas do outro mundo...

«Como podes ter a certeza do que queres fazer? Sim, como podes tomar uma decisão que afecte desta forma a tua vida, numa idade ainda jovem?!» Nos últimos dias tive alguns diálogos com pessoas diferentes que começaram, ou a dada altura se encontraram nestas mesmas inquietações. Chegam também notícias de profissões monásticas... Como podemos estar certos de que não nos enganamos?
Ao longo da nossa vida as nossas decisões reflectem-se. Com umas perdemos e com outras ganhamos, para usar uma linguagem do lucro. Ocorre-me a pergunta retórica de Jesus: "De que serve ao homem ganhar o mundo inteiro se vier a perder tudo?"... Ou ainda um outro pensamento de alguém, que não muitos tiveram ocasião de escutar, mas que se expremia da seguinte forma: "Tudo é efemero e passageiro. A nossa fé pelo contrário é uma espécie de seguro que fazemos para o outro mundo" e prosseguia, mas o que queria relembrar está contido nestas palavras.
À luz da fé decisões insensatas aos olhos de muitos, ganham sentido, pois o que parece louco e insensato aos olhos do mundo é que Deus escolheu para confundir a sabedoria, chamando o que nada vale a seus olhos, mas que aos Seus olhos há-de ser instrumento de amor. Mas atrevo-me a colocar outra hipótese: mesmo sem fé estas decisões são assim tão insensatas?! Já não somos livres de fazer escolhas duradouras quanto a nossa vida o permite?
De facto na sociedade actual ninguém se compromete com nada por muito tempo. É só pelo tempo que nos convier. Fomos criados à imagem e semelhança de Deus, mas ao passo que Ele se compromete connosco desde o ventre materno, para nos chamar a todos à salvação, nós arranjamos desculpas para não nos comprometermos. O futuro é incerto. Emprego e família são tantas vezes uma dicotomia que poucos conseguem harmonizar. Talvez por isso quando aparece alguém que se decide pelo celibato, respondendo ao Apelo, e que como modo de vida se consagra ao serviço do Reino, isso pareça uma coisa do outro mundo. Do outro mundo, de facto é, mas toda a vocação do ser humano é isso mesmo, uma vocação a um outro mundo.
Quem dera que nos nossos corações, de homens e mulheres, verdadeiramente deste tempo, nascesse a disponibilidade para compromissos eternos à imagem e semelhança do próprio Deus. E ainda que esse caminho humanamente entendido pudesse falhar, há algo que vem de Deus e não falha: a nossa vocação comum à felicidade, à santidade, à comunhão eterna com Deus...
Qualquer que seja o caminho a seguir, pode ser que mais tarde ou mais cedo nele venham a aparecer dificuldades, mesmo tantas e tais que obriguem a que esse caminho seja alterado, mas importa saber em Quem colocamos a nossa confiança. E aí sim, ao contrário de tudo aquilo que é mundano e passageiro, Ele não falha. Nunca.
Mas a propósito vem a advertência do Evangelho: quem não é fiel no pouco também o não é no muito.

21 setembro 2007

Diário (1)


A ausência de algumas pessoas na nossa vida vai criando um vazio tão grande que parece não ter fim. É incrível como conseguimos por vezes distanciar-nos de uns, ou desligar de outros. E mais, parece que nada disso nos faz falta... parece que nada nos faz voltar ao caminho que deixamos. Diz um provérbio oriental que não se deve deixar crescer a erva na porta de um amigo, de um irmão... Mas o que fazer quando a erva começa a ganhar força e a brotar da terra, apagando a trilha que outrora serviu para fazer chegar ao outro o sangue que batia através do coração?!
Em momentos tais, apetece gritar como aquele que se sente abandonado na beira do caminho: Jesus, Jesus! Preciso de Ti...

17 setembro 2007

Diário (0)

Quando estamos quase a terminar umas férias queremos e temos a sensação de ter de aproveitar todos os momentos até ao ultimo milésimo de segundo. É assim ano após ano... cada vez que acontece este fim de férias, acontece um apertar miudinho do estômago. Não é medo. É uma espécie de ansiedade por reviver o ritmo anual habitual... ano após ano. Falta mais ou menos uma semana para terminar este horário livre de imposições agendadas, daí estes pensamentos soltos, sem grande nexo. Tal como a minha cabeça nesta altura. Sem grande nexo de pensamentos...
Há uma ideia disparatada que todos os anos antes do começo das aulas me ocorre, a mim que nem me sinto dos mais cábulas, porque não haveria de ser ao contrário?! Este tempo que passou de aulas, e o tempo que vem de férias! Não é por nada, mas no fim das férias é que se vê que muito mais havia para fazer, muito mais haveria... muito mais houvera...
Desculpem a desconexão. Ainda são férias!

09 agosto 2007

As férias são ocasião de oração...

Hoje apetece-me agradecer-Te tudo quanto nos concedes, mesmo quando, e se nunca merecemos. Contemplar e viver a maravilha da juventude, que melhor oração que esta?! Entregar-Te todo e cada instante, para que o vivas comigo, para que me saiba sempre acompanhado, sempre seguro no Teu abraço de Amor. Obrigado, meu Deus.

23 julho 2007

Confio em Te abraçar

Queria, meu Deus, encontrar-Te
Sem que ninguém
Nada, nem mesmo o silêncio,
Me pudesse distrair de Ti.

Então amar-Te-ia como os santos,
Sem nunca Te deixar,
Amar-Te seria para mim
Um suave respirar:
Suave…
Como respirar para viver.

Paz no coração,
Encontrar-Te, na solidão,
Um Amor que já é,
Um Amor para amar.

Não sou santo…
Nem muito, nem tanto,
Mas busco-Te como Luz nos meus dias,
Como sol no meu horizonte,
Desde a manhã, a iluminar
Esta fronte...

Mesmo assim confio
Em Te abraçar,
Quando Te encontrar,
Como filho muito amado
De um Pai, que tinha abandonado.

27 de Maio 2007.

16 julho 2007

Em arrumações...

No ano passado tive ocasião de participar numa escola de oração organizada pelo Padres Carmelitas, no Convento Stella Maris, Foz do Douro, Porto. Andei a arrumar uns "papéis" e encontrei esta reflexão. Partilho-a na esperança de que vos possa ajudar nesta caminhada de "seres animados pensantes".
"Tornar-mo-nos servos do Amor, eis o fim para que fomos criados" (Teresa de Jesus V11,1)
O verdadeiro orante, reza onde quer que seja. Somos muito diferentes, Ele e eu. A diferença entre nós é intransponível por mérito nosso.
Ele deixa-nos liberdade para seguirmos o caminho que quisermos seguir. A Sua paixão descentra-se de ser nos Seus próprios interesses, mas em favor dos outros, não como nós, cujas paixões estão centradas em nós.
A nossa condição e realidade é esta. Pelo contrário, em Jesus, o centro deixa de ser Ele, e passa a ser em favor dos outros, no interesse dos outros. Partimos, então, da oração para colocar "no sítio" aquilo que em nós está desordenado.
"O amor não se cansa, atrai-nos, espera sempre". Quando por vezes pensamos estar a construir a nossa vida, o nosso futuro, o nosso ..., o nosso... acontece que basta chegar ao virar da esquina e encontramos apenas as nossas mãos vazias: nada restou.. Com os olhos de Deus vemos as coisas de modo diferente: "faça-se a vossa vontade assim na terra como no céu"...
O objectivo final é que a nossa vontade seja a vontade de Deus, vivendo o céu na terra, assegurando assim que a nossa vida não seja senão o cumprimento da Sua vontade.
Jesus espera por nós, cansado, mas curando as nossas feridas, acolhendo-nos, sarando as nossas chagas, como sempre, de braços estendidos...