Confesso que há muitas coisas que não sei dizer, que ando inseguro e que não sei viver em plenitude aquilo que me pedes. E tenho que dizer, que rompo com os Teus planos pela raiz, que procuro atalhos para ser feliz, quando é preciso fazer caminho.
Confesso, confesso a todos os que estais aqui, que recebi muito mais do que dei, porque nem sequer dei nada. E tenho de reconhecer, que é muito mais simples falar que fazer, e até agora disse muito, mas ser, fui muito menos. E às vezes dizem-se coisas sem sentir, sem pensar que Deus é alguém importante. E que para manter a imagem as vezes sou capaz de esquecer que é Deus a quem tenho diante.
Confesso que rezo a Deus e esqueço os irmãos, que digo "amén" por não seguir na luta, e que procuro fazer regos com as mãos. E não posso esconder que me instalei num lugar fácil, que me conformo com olhar pra trás e não deito mãos ao arado... Confesso. (Trad. do espanhol)
Começamos a existir Naquele Sonho que faz realidade todos os outros, derramando o Seu amor, através do amor de dois seres humanos, e, no milagre da vida, descobri-mo-nos capazes de pensar, de amar, de chorar, mas também de sorrir. Misturando este sonho, agitado pela vida, assim pensamos... e do pensar a letra se faz, e da Palavra se recomeça de novo, como na Origem.
06 março 2009
24 fevereiro 2009
Santo Desierto de San José de Batuecas

Desde o princípio da Reforma do Carmelo Descalço masculino, que Sta. Teresa de Jesus recordara aos frades para que tivessem presente aqueles Santos Padres do Deserto, nos que a Ordem teve a sua origem. A Santa queria frades, e queria-os contemplativos, submetendo à contemplação, a vida litúrgica e de oração, as actividades externas, e não ao revés. S. João da Cruz, protótipo do Carmelita Descalço, foi antes de mais uma alma contemplativa, amante da solidão e da penitência. Ele soube conjugar a actividade apostólica, com a exigência da vida retirada, orante e simples do Carmelo reformado. Fr. Tomás de Jesus promoverá a erecção canónica de conventos contemplativos que se chamarão “Desiertos”. O primeiro “Desierto” carmelita foi fundado em Bolarque (Guadalajara), em 1593, num sítio solitário e apartado do tumulto do mundo. Em 1599 foi fundado o Santo Desierto de San José de las Batuecas. Os Desertos acolheram frades desejosos de uma vida de maior recolecção, fosse permanente ou temporal. Os últimos, uma vez terminado o seu tempo no Deserto, voltavam aos seus conventos com um renovado fervor, convertendo-se em testemunhos edificantes para os seus irmãos de hábito, e promotores de uma maior e mais perfeita observância. De tal modo se viu a conveniência dos Desertos, que cada Província do Reino fundou o seu próprio deserto. A desamortización de Mendizábal (1835) trouxe a sentença de morte para os “Desiertos” e demais conventos carmelitas. San José de las Batuecas foi abandonado, como tantos outros, e apesar da restauração da Ordem, iniciada no Convento de Marquina, em 1868, o Deserto das Batuecas não foi recuperado. Em 1937, Santa Maravilhas de Jesus instalou-se aqui (tinha-o adquirido pouco antes da guerra) com uma comunidade de monjas. Será em 1950, quando se transladou a comunidade feminina para Cabrera (Salamanca), que será devolvido aos frades Carmelitas Descalços. Assim, a vida religiosa foi restaurada nas Batuecas (pelo venerável Fr. Valentín de San José), até hoje. Actualmente, o Deserto das Batuecas continua com a sua silenciosa missão no seio da Ordem e da Igreja. A sua missão, escondida e quase despercebida, é frutíferos dados os frutos que recolhe. A comunidade do “Desierto de las Batuecas” experimenta um novo despertar vocacional. Este género de vida suscita interesse. Por isso, foi concedido à jovem comunidade, presidida por Fr Ramón María de la Cruz, a faculdade de receber postulantes, que depois de fazerem o noviciado interprovincial no Desierto de las Palmas (Benicasim) e os estudos eclesiásticos, têm assegurada a conventualidade nas Batuecas. A vida mariana, simples, orante, pobre e trabalhadora do Deserto é atractiva nos tempos actuais, por isso o mosteiro dispõe de uma hospedaria para poder passar alguns dias. Também existe a possibilidade de se retirar a qualquer das eremitas dispersas pelos terrenos conventuais. Os frades oferecem acompanhamento espiritual mas não aceitam grupos, nem realizam actividades pastorais nos “pueblos” vizinhos.
Leia mais em http://monasteriodelasbatuecas.wordpress.com/
19 janeiro 2009
10 janeiro 2009
05 janeiro 2009
Epifania... A palavra de Deus hoje
Porque é que será que teimamos em não reconhecer Deus cada vez que Ele se manifesta na nossa vida?!
Manifestou-Se como menino, mais tarde capaz de mudar a água em vinho, e, se dúvidas ainda houvesse, "fez-se ouvir a voz do Pai: «Este é o Meu Filho muito amado»". Os mais intrépidos seremos levados a responder que na nossa vida a Voz do Pai não se ouve... Mas faz-Se ouvir. E esta era hoje a minha oração e a minha partilha convosco: já que Deus nos fala por meio do Seu Filho, Jesus Cristo, porque não tentar ouvi-lo?!
Dá-nos, Senhor, a capacidade de Te escutarmos quando nos falas, Tu que nos dizes hoje o mesmo que disseste a Filipe: "Segue-me".
Amen.
10 dezembro 2008
A Palavra de hoje...
Disse Jesus hoje: "Vinde a Mim, vós todos... Se estais cansados, oprimidos, tristes, angustiados, perdidos no meio da vida, como crianças na noite, vinde a Mim... Se vos parece pesado o "peso" da vossa vida, tomai o meu jugo, que é suave... deixai que Eu tome o vosso, porque Eu sou manso e humilde de coração. Aprendei de mim a maneira como quero ir até vós... Porque em Mim está a fonte da mansidão e a humildade de quem sendo grande se faz pequeno... Em Mim encontrareis o descanso que precisais... para as vossas fadigas sem sentido, para as vossas fadigas com sentido, para o vosso coração, para a vossa alma, para vós... Porque Eu, o Senhor, quero habitar no meio de vós... Eis que o meu jugo é suave e a minha carga é leve..."
Mais do que palavras, a Palavra: Jesus Cristo.
09 dezembro 2008
Mais do que palavras, uma Palavra: Jesus Cristo!
Neste tempo de Advento, em que meditamos intensamente sobre a vinda de Jesus, a liturgia proclama: "Ele veio a primeira vez na humildade da natureza humana realizar o eterno desígnio do vosso amor e arbrir-nos o caminho da salvação; de novo há-de vir [...] para nos dar em plenitude os bens prometidos, que entretanto vigilantes na fé ousamos esperar. [...] Agora Ele vem ao nosso encontro em cada homem e em cada tempo, para que o recebamos na fé e na caridade e dêmos testemunho da gloriosa esperança do seu reino. "
Jesus não é apenas aquele que veio "na humildade da natureza humana", nem apenas aquele que "há-de vir", mas é também aquele que agora vem ao nosso encontro. Ao meu encontro veio ontem, por antonomásia, no assumir de um ministério. Jesus é esta Palavra que Deus Pai nos dirige a nós, homens e mulheres, em cada tempo, para nos encontrar e habitar connosco, fazendo-se pequeno para nos tornar grandes. Não que deixemos de ser pequenos, ou que ele se estreite na nossa pequenez. Mas a sua imensidão incompreensível habitou no seio da Virgem(Guerrico d'Igny), e quer fazer caminho connosco. Vem para nos convidar a entrar em comunhão com o Pai, por Ele, no Espírito.
Mais do que palavras, uma Palavra, a do Pai, a única, a última e definitiva, a sua Palavra de Amor: Jesus Cristo, que é Homem connosco, para que nós deixemos que Ele seja Deus connosco.
18 novembro 2008
O pobre da rua, ou eu nos meus dias
Não tinha ninguém,
aquele pobre na rua
que pensava ser sua,
não tinha ninguém.
Acordava com o sol
que lhe iluminava o rosto
e lhe aquecia as mãos,
não tinha ninguém.
Comia se lhe davam,
fruto de uma tal caridade,
que diminuia com a idade,
não tinha ninguém.
Vagueava nessa rua,
pois não tinha mais nada,
mas ela não estava fechada,
não tinha ninguém.
Passavam por ele e não olhavam,
e, desviando a cara, negavam
a solitária cruz no seu calvário.
Não tinha ninguém.
E, dia após dia, foi ficando
fazendo parte daquela rua
a única que era sua.
Não tinha ninguém.
E também o Calvário era seu
como noutrora a solitária cruz
de um certo desconhecido Jesus.
Não tinha ninguém.
Até que, um dia, morreu,
mas a ruanão foi ao seu funeral;
a sua presença era habitual, mas banal.
Não tinha ninguém.
Aquele pobre desapareceu,
e ninguém se apercebeu,
a não ser Aquele Deus nascido em Belém:
afinal sempre teve Alguém.
28/10/2008
aquele pobre na rua
que pensava ser sua,
não tinha ninguém.
Acordava com o sol
que lhe iluminava o rosto
e lhe aquecia as mãos,
não tinha ninguém.
Comia se lhe davam,
fruto de uma tal caridade,
que diminuia com a idade,
não tinha ninguém.
Vagueava nessa rua,
pois não tinha mais nada,
mas ela não estava fechada,
não tinha ninguém.
Passavam por ele e não olhavam,
e, desviando a cara, negavam
a solitária cruz no seu calvário.
Não tinha ninguém.
E, dia após dia, foi ficando
fazendo parte daquela rua
a única que era sua.
Não tinha ninguém.
E também o Calvário era seu
como noutrora a solitária cruz
de um certo desconhecido Jesus.
Não tinha ninguém.
Até que, um dia, morreu,
mas a ruanão foi ao seu funeral;
a sua presença era habitual, mas banal.
Não tinha ninguém.
Aquele pobre desapareceu,
e ninguém se apercebeu,
a não ser Aquele Deus nascido em Belém:
afinal sempre teve Alguém.
28/10/2008
17 novembro 2008
30 setembro 2008
O meu Deus
Desabafos, encantos e desencantos... muito disso fui escrevendo aqui ao longo de algum tempo. Hoje, pensando no "porquê" de todas estas partilhas vieram-me à memória coisas boas e coisas más. E, no meio dos pensamentos soltos deste dia, ocorreu-me que hoje era um dia especial. Porquê? Não foi pela grandeza do dia, nem pela beleza do horário, nem por grandes diálogos. Somente, se é que posso dizer somente, pela beleza, pela grandeza de mais uma possibilidade de encontro com o meu Deus. Digo meu porque sei que Ele não se importa, mas também porque seria muito bom que todos o sentíssemos verdadeiramente nosso. Digo meu porque quero que essa seja uma realidade constante na minha vida. Digo meu porque tantas vezes O rejeito e mesmo assim Ele continua a bater à minha porta, esperando que simplesmente lhe abra um pouco a porta da minha vida, abrindo-me à Luz da Sua presença discreta, simples, sem grandes alaridos, mas que, como a brisa outrora, me pode encher de Paz, do Seu Amor... Anseio pelas Águas vivas e tranquilas que brotam da Sua Fonte, as que cada dia podem saciar até à eternidade, onde o meu e teu Deus nos espera... Por isso hoje é um dia especial... Ele sussurrou-me de novo ao ouvido que me ama.
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Hoje em mim
28 setembro 2008
Novos... Mais... Menos...
As férias acabaram... o último ano de estudos começou... Novos colegas, pelo menos alguns... Novos horários... novos locais... mais tempo livre... mais tempo ocupado... a mesma vontade de continuar...
19 setembro 2008
Sl 141 (142)
Em alta voz clamo ao Senhor, *
em alta voz imploro o Senhor.
Ponho diante d’Ele a minha aflição, *
diante d’Ele descubro a minha angústia.
Quando me desfalece o ânimo, *
Vós conheceis o meu caminho.
Na senda que vou trilhando, *
esconderam um laço.
Olhai à direita e vede: *
não há quem se interesse por mim.
Não encontro refúgio, *
não há quem olhe pela minha vida.
Clamei por Vós, Senhor; *
disse: Sois o meu abrigo, †
a minha herança na terra dos vivos.
Atendei o meu clamor: *
estou reduzido à miséria.
Livrai-me dos meus perseguidores: *
eles são mais fortes do que eu.
Tirai-me desta prisão *
e darei graças ao vosso nome.
Os justos hão-de rodear-me, *
pelo bem que me fizestes.
em alta voz imploro o Senhor.
Ponho diante d’Ele a minha aflição, *
diante d’Ele descubro a minha angústia.
Quando me desfalece o ânimo, *
Vós conheceis o meu caminho.
Na senda que vou trilhando, *
esconderam um laço.
Olhai à direita e vede: *
não há quem se interesse por mim.
Não encontro refúgio, *
não há quem olhe pela minha vida.
Clamei por Vós, Senhor; *
disse: Sois o meu abrigo, †
a minha herança na terra dos vivos.
Atendei o meu clamor: *
estou reduzido à miséria.
Livrai-me dos meus perseguidores: *
eles são mais fortes do que eu.
Tirai-me desta prisão *
e darei graças ao vosso nome.
Os justos hão-de rodear-me, *
pelo bem que me fizestes.
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23 agosto 2008
Senhor eu creio...

Também eu creio que Tu és Cristo, o Filho de Deus vivo, presente agora e para além do tempo e do espaço, no meio de nós e que por nós deste a vida, por Amor, e por amor me quero entregar a Ti, entregando-me aos irmãos. Perdoa tantas e tantas vezes que não tenho a coragem de por palavras e por obras testemunhar esse Amor que derramas-Te no sopro de vida que me deste. Aceita mesmo assim a fraqueza das minhas pobres palavras e das minhas grandes quedas. Toma as minhas mãos e faz delas as Tuas próprias mãos. Amen.
16 agosto 2008
À sorte...
Quem a Deus tem, nada lhe falta...
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21 julho 2008
In manus Tuas... En Tus manos...
Um amigo partilhou comigo uma homilia sua. Dela retiro esta oração e partilho-a eu também...
¡Oh Padre!, hoy queremos alabarte y glorificarte por tu infinita misericordia, misericordia que te hace paciente y comprensivo con nuestras maldades, fracasos, desánimos, dudas y rebeldías. Danos un corazón misericordioso, para que sepamos ser pacientes y comprensivos con los demás y con nosotros mismos. En tus manos, Padre, colocamos el bien que has sembrado en nosotros y que, con paciencia y a duras penas, va fructificando en nuestras vidas. Toma también en tus manos las gavillas de nuestro egoísmo, de nuestra indiferencia, de nuestra injusticia, de nuestra soberbia y arrogancia, y quémalas con el fuego de tu infinita bondad. Bendito seas Señor! – Amén.
¡Oh Padre!, hoy queremos alabarte y glorificarte por tu infinita misericordia, misericordia que te hace paciente y comprensivo con nuestras maldades, fracasos, desánimos, dudas y rebeldías. Danos un corazón misericordioso, para que sepamos ser pacientes y comprensivos con los demás y con nosotros mismos. En tus manos, Padre, colocamos el bien que has sembrado en nosotros y que, con paciencia y a duras penas, va fructificando en nuestras vidas. Toma también en tus manos las gavillas de nuestro egoísmo, de nuestra indiferencia, de nuestra injusticia, de nuestra soberbia y arrogancia, y quémalas con el fuego de tu infinita bondad. Bendito seas Señor! – Amén.
13 julho 2008
E nós a quem iremos?
No meio de tantas coisas, Senhor, a quem iremos?Quando nos sentimos sós, a quem iremos?
Quando na noite da nossa vida apenas encontramos o ocaso do sol poente, a quem iremos?
Se nos sentirmos cansados, tristes e sós, a quem iremos Senhor?
Se for grande a nossa sede, e profundo o poço donde brota a água?
Se for grande a nossa dúvida e pequena a nossa fé,mesmo assim, a quem iremos?
Se maior que o nosso amor, for o egoísmo que por dentro nos sufoque, a quem iremos?
Senhor, se mesmo procurando Te não quisermos encontrar, a quem?
Mata, Senhor, a nossa fome a nossa sede,
ilumina a nossa mente,
uma fé a arder cá dentro nos concede,
amor que jamais se extinga,
manhã nunca acabada,
tarde que jamais chegue ao ocaso,
noite que se desfaça pela Luz da madrugada,
dia que em nós comece,
onde a Luz jamais fenece...
Diz pois uma palavra,
e a Tua Palavra será meta,
e Vida...
Só Tu tens palavras que nos dão vida!!!
11 julho 2008
No final de mais um dia...
Sou apenas um homem... Sinto como um homem, sofro como um homem, afinal... vivo como um homem... com as minhas alegrias, as minhas tristezas, os meus anseios, as minhas paixões, os meus desencantos, tanta coisa Senhor! Mas no final de mais um dia olho para Ti. Não com este olhar que por vezes brilha como se fosse puro, mas tantas vezes o não é, mas com o coração que me deste. E come este coração, entre sonhos e encantos, entre risos e abraços, entre perdas e reencontros, entre "mortos e feridos", com tanto, e mesmo com tão pouco... No final de mais um dia, vem Senhor ao meu encontro... torna-me cada vez mais homem, à Tua imagem e semelhança...
05 julho 2008
"Espelho"
Todos temos um espelho em nós... Dizem que os olhos são os espelhos da alma. O brilho do olhar indica sempre um estado de felicidade. Há dias em que eles brilham... e mostramos a nossa alma, o nosso mais íntimo estado de felicidade. Há outros em que eles parecem sombrios. Então logo surgem outros que fazem brilhar os nossos. Em cada dia há momentos, sentimentos, razões, pensamentos... E neste turbilhão continuo a dar por mim com uma conclusão típica: somos seres animados pensantes!
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nem perdi nem ganhei
02 julho 2008
Sic transit gloria mundi, hic transit gloria nostra!
Novidades no meio académico. Assim noticia a Ecclesia.pt.
26 junho 2008
[Deus]

Louvado seja [Deus] pelos que passaram
os tormentos do mundo dolorosos
e contentes, sorrindo, perdoaram
pela alegria dos que trabalharam
pela morte serena dos bondosos.
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