10 fevereiro 2008
Um retiro...
29 janeiro 2008
Uma página de um diário...
24 janeiro 2008
Uma questão oportuna...
09 janeiro 2008
Um rosto de Jesus Cristo hoje
“Na plenitude dos tempos, aprouve a Deus […] enviar o Seu Filho para nos tornar participantes da natureza divina”, por isso fez-Se homem, como os homens, assumiu na Sua divindade a nossa humanidade. Baixou à nossa condição finita, para nos abrir “a porta” para a Sua transcendência. Da Sua vida mortal recordamos sempre que passou fazendo o bem, socorrendo todos os que necessitavam, curando todas as enfermidades, do corpo e do espírito. Antes de sofrer a morte por nós, para nos restituir à vida divina, pois é, com efeito, na Sua Morte e Ressurreição que nos introduz na vida divina, fez-Se alimento por nós. Quis permanecer na espécie do Pão e do Vinho, na Eucaristia, que deixou aos Seus com o mandato de a celebrarem em Sua memória. Não deixou grandes exigências, pediu apenas que como Ele fez, fizéssemos também. O testemunho com que hão-de reconhecer que O seguimos é o amor que temos uns para com os outros, amando-nos como Ele nos amou. “E sabemos que O amamos se nos amamos uns aos outros”.
O dar a vida por todos e cada um de nós constitui o centro de toda a jornada de Jesus Cristo no meio de nós. Centro pela importância inigualável de um Deus, o Único Deus, que não bastando ainda a humilhação de Se fazer da mesma condição, aceita dar a Sua vida para nos libertar das nossas imperfeições, para mostrar a certeza de que a vida eterna começa já. Se o rosto de um Cristo que sofreu por nós, derramando o Seu sangue até à ultima gota nos impressiona, mais nos faz pensar a realidade gloriosa da Sua Ressurreição. Ressurreição que é para nós garantia da nossa mesma ressurreição, certeza da vida eterna, do amor de Deus para connosco, mas à qual acedemos apenas pela fé. Cristo Ressuscitado passou pela Cruz, pela Morte, mas venceu. A Sua vitória é mais, é a vitória do Seu amor sobre o mal no mundo, sobre o nosso pecado, sobre a nossa infelicidade. A claridade e o brilho do Seu rosto glorioso são o de Alguém que triunfa de tudo aquilo que nós sozinhos não conseguiríamos nunca vencer. O Seu esplendor passa a mostrar aquilo que nós esperávamos sem certeza, mas que n’Ele temos por certo: o viver eternamente no Amor que é Deus. Um Amor tão grande que O leva a “transbordar” ao ponto de Se entregar por cada um, pela Sua Criação. Mas o Seu rosto é já glorioso, está já liberto daquilo que é finito, é o rosto de um homem que vive já a plenitude da vida divina. É inevitável o contraste entre a Luz e as sombras. O Seu rosto é Luz e n’Ele não há trevas. Mas também o mundo e a nossa realidade desde então gozam deste início da vida eterna, deste início da Páscoa de todos e de toda a Criação.
Assim, Ele mostra-Se hoje de novo no calvário daqueles que sofrem injustiças, daqueles que não são felizes, de todos quantos cometemos faltas, de tudo o que se deixa submeter ao mal e ao pecado. Como O ignorar no preso, no doente, numa criança desprotegida, num vagabundo, num abandonado, naquele que é perseguido, em quantos são mortos sem razão, no que vive a guerra sem culpa, em tantos homens e tantas mulheres que desesperam nas suas vidas?! Ele está aí. Hoje esse é o Seu Rosto de Cristo sofredor.
Mas de tudo isto Ele triunfou, sabemos que tudo isto teve tem e terá solução em Deus. a Ressurreição de Jesus Cristo é a vitória sobre tudo isto, a prova determinante do poder de Deus sobre tudo e todos. Por isso o Seu rosto é um rosto já glorioso, que vemos mais facilmente nas situações agradáveis. Ele está ressuscitado em quantos vivem e amam a vida, em quantos são felizes, em quantos lutam pela justiça, pela verdade, dão a vida pelos seus semelhantes, em quantos salvam os que sofrem, no sorriso das crianças, mas também nas lágrimas de felicidade dos adultos... a Sua ressurreição abriu caminho a tudo isto, e começou o fim de tudo o que pesa sobre nós e sobre toda a criação.
O Seu rosto é também hoje a Igreja. A Igreja continua visivelmente aquelas acções de libertação, salvação, cura, reintegração que Jesus Cristo, Ele mesmo, fez na Sua jornada terrena. Sacramentalmente está presente na Eucaristia, que a Igreja, a comunidade dos crentes, celebra, ao mesmo tempo que ela nasce continuamente da Eucaristia, pois ninguém dá o que não tem... Se tantas vezes, porque homens e mulheres de condição finita, não fazemos o que Ele fez, é aí de novo que Ele se mostra crucificado, foi por isso que Ele deu a vida...
Veio a primeira vez na humildade da natureza humana, e de novo vem em cada Homem e em cada tempo, para que de novo O acolhamos nas nossas vidas, tão realmente como na Eucaristia. Onde dois ou três continuam a rezar, Ele vem. Quando se repõe a paz, o amor e a justiça, Ele está. No mais pequeno gesto de doação, Ele dá de novo a vida.Na simplicidade de um olhar puro, mostra-Se de novo ressuscitado como depois da Páscoa aos discípulos. No amor verdadeiro com que deixamos inundar os nossos corações, Ele continua presente para sempre, e faz de nós morada de Deus. O mesmo Deus que continua a amar tanto a Sua criatura, que nunca a abandona, e continuamente a chama para que O conheça e se saiba amada por Ele.
Eis o rosto de Jesus Cristo hoje: um rosto do Deus Amor, que não pode senão amar.
19 dezembro 2007
04 dezembro 2007
"Maranatha"
Luz terna suave, leva-me mais longe
E quando faltar apenas um passo para a Ti chegar
Mostra-me o Calor que aquece...
A Luz que não se apaga...
E é essa praia onde tenho de chegar
que me continua todos os dias a fazer navegar...
Na verdade, nem sempre foi como hoje que te peço
mas ao fim terei abrigo e acesso
Ao Teu porto seguro, á Tua plena luz...
Dá-me a Tua mão e não terei medo
Meus passos a andar hão-de ser firmes
se Tu me deres a mão...
Luz terna, suave no meio da noite...
Esta é a noite... Vai raiar nova madrugada...
Depois de um dia virá a noite, e da noite
virá o dia que não mais se apaga...
Na noite desta vida, com ténue luz acesa,
esperamos alegres
Maran-thá!
27 novembro 2007
Uma Imagem do Reino...
08 novembro 2007
Eu, Job, ou Job e a nossa própria existência
Invoco-Te e não me respondes. Procuro-Te e não apareces. Estás antes diante dos ímpios. Os caprichos deles têm o seu cumprimento. Os anseios de alguém justo não passam disso mesmo. Dás-me e tiras. Mas não é por isso que Te peço contas. Preocupa-me antes o Teu silêncio. Todos me dizem que vale mais abandonar-Te. Tudo me aconselha a que deixe de crer em Ti. Interrogam-me sobre as minhas acções. Querem ver nelas a causa da minha inquietação. Até o mais íntimo se levanta contra Ti...
Mas continuo inocente. E se de todo não o sou, eis que venho a Ti com as mãos estendidas. Eis que me coloco diante de Ti como um pano nas mãos de uma lavadeira, para que afastes de mim toda a iniquidade. Lava-me e ficarei branco.
Não poderei acaso compreender-Te? Apresenta-Te diante de mim. Dá-me as Tuas razões. Deliberemos juntos. Finalmente Te mostras. Eis que Te escuto:
“Quem te criou, ò criatura pequena?!
De onde vem tudo o que tens?
Acaso não fui Eu que infundi o Meu sopro em ti?
Porque haverias de dominar uma obra que não é tua?!
Voltas agora as tuas palavras contra Mim,
Acaso não é no Meu colo que te refugias, ò homem?
Não sou Eu que preparo tudo o que precisas?
Responde-Me agora tu, que te atreves a questionar-Me, a Mim, o Senhor do Universo!
Dá tu mesmo solução aos teus problemas,
se acaso fores capaz!
Entende tu mesmo o mundo,
se acaso estás nele sem Mim.
Rejeita agora o Meu amor como costumas fazer.
Fiz aliança contigo mas tu ousas quebrá-la.
Não és fiel, mas esqueces que Eu Sou.
Tens um coração de pedra
e queres arrancar o coração de carne que para ti criei.
Acarinho-te e tu maltratas-me.
Chamo-te mas tu não Me respondes.
Dizes que não te ouço,
mas tu é que não falas comigo,
Eu que sempre te escuto.
Que compreendes tu da tua própria vida?
Não segues os Meus caminhos.
A fonte de que bebes não é a minha.
Dei-te o mundo. Que fazes dele?
Eu, o Senhor, fiz-Me um como tu,
para te mostrar que podes ser como Eu.
Amei-te com amor eterno.
É assim que me pagas?!
Procura-Me, pois eu deixo-Me encontrar.
Encontra-Me pois tens em ti a Minha imagem.
Ama-Me porque Eu já te dei o exemplo.
Mas se mesmo assim Me rejeitares,
Eis que Me coloquei no mais íntimo de ti,
Como um mapa, para que saibas que estou no teu caminho,
Eu, o Senhor.
Eis que estou sempre contigo,
Eis que a Minha graça vale mais que a vida.”
29 outubro 2007
Diário (5)
Não falem!
Prefiro antes que se calem...
Vivo como quiser
mesmo se não quanto quero fizer.
Falar já eu falei...
leiam o que escrevi!
afinal escrevi tudo quanto vi
mas não vi tudo o que vivi.
E se quiserem mesmo assim falar
procurem bem entender
aquilo que eu quis esconder
quando disse: vivi apenas para amar.
Procurem-me talvez junto de Deus
e encontrem-me nestas linhas
- e que nem estas são minhas -
pois até os que estão com Ele são Seus.
"Meu Deus tende compaixão de mim que sou pecador"
25 outubro 2007
Uma interrogação
24 outubro 2007
E eu?
Que pensador não mente?!
Nunca põe em verso quanto sente
Não usa as palavras para falar...
Disfarça... oculta... confunde
mas fala, diz o que sente.
Mente.
Não iriam compreender.
Ele entende os outros,
quem me entende a mim?
22 outubro 2007
Diário (4)
15 outubro 2007
"Morro porque não morro", Teresa de Ávila
12 outubro 2007
Diário (3)
10 outubro 2007
Diário (2)
Deus de quem afastar-se é cair, a quem dirigir-se é levantar-se, em quem permanecer é estar firme, a quem voltar é renascer, em quem habitar é viver.Sto. Agostinho, Soliloquios I, 1,3 PL32, 870
Na verdade sinto que quando me afasto de ti caio. Ajuda-me a ir para ti, que eu me possa levantar para ficar em ti, para que firme, tendo voltado a ti renasça, e habitando em ti de facto viva!
05 outubro 2007
01 outubro 2007
Ela compreendeu...
O amor é a chave da minha vocação. Compreendi que se a Igreja tinha um corpo, composto de direferentes membros, não poderia faltar-lhe o mais necessário e mais nobre de todos. Compreendi que a Igreja tinha um coração e que esse coração está ardente de amor. Então, no auge da minha alegria exclamei: Jesus, amor meu... finalmente encontrei a minha vocação. A minha vocação é o amor. No coração da Igreja, minha Mãe, eu serei o Amor...
24 setembro 2007
"Tende cuidado com a maneira como ouvis"
22 setembro 2007
Há coisas do outro mundo...
21 setembro 2007
Diário (1)

Em momentos tais, apetece gritar como aquele que se sente abandonado na beira do caminho: Jesus, Jesus! Preciso de Ti...
17 setembro 2007
Diário (0)
09 agosto 2007
As férias são ocasião de oração...
23 julho 2007
Confio em Te abraçar
Sem que ninguém
Nada, nem mesmo o silêncio,
Me pudesse distrair de Ti.
Então amar-Te-ia como os santos,
Sem nunca Te deixar,
Amar-Te seria para mim
Um suave respirar:
Suave…
Como respirar para viver.
Paz no coração,
Encontrar-Te, na solidão,
Um Amor que já é,
Um Amor para amar.
Não sou santo…
Nem muito, nem tanto,
Mas busco-Te como Luz nos meus dias,
Como sol no meu horizonte,
Desde a manhã, a iluminar
Esta fronte...
Mesmo assim confio
Em Te abraçar,
Quando Te encontrar,
Como filho muito amado
De um Pai, que tinha abandonado.
27 de Maio 2007.
16 julho 2007
Em arrumações...
05 julho 2007
O "meu" Salmo 24
Que eu não me deixe confundir, nem de mim possam rir os inimigos
Não são confundidos nunca os que esperam em Ti
São sim confundidos aqueles que ignoram o que eles mesmos dizem…
Mostra-me Senhor os Teus caminhos, ensina-me as Tuas veredas
Guia-me na Tua verdade, e ensina-me,
Tu és Deus, meu salvador, em Ti espero sempre
Lembra-Te e tem compaixão de mim
A Tua graça é eterna
Não Te lembres das minhas faltas,
Os pecados da minha juventude,
Lembra-Te antes de mim com a Tua compaixão
Por causa da Tua bondade
Tu, meu Deus, és bom e recto:
Ensina o caminho a este pobre pecador
Orienta os humildes na justiça
E dá-lhes a conhecer os teus caminhos
Todos os Teus caminhos são misericórdia e fidelidade
Para os que guardam a Tua aliança e os Teus preceitos
Por amor do Teu Nome
Perdoa o meu pecado, por maior que seja.
Quem é o homem que teme ao Senhor?
A este ensinas o caminho a seguir
Ele há-de viver feliz

E a sua posteridade há-de possuir a Terra
São amigos do Senhor os que O respeitam
E Ele lhes dá a saber o Seu amor
Os meus olhos estão postos n’Ele
Pois Ele livra os meus pés da armadilha
Olha para mim e tem compaixão
Estou só e desprotegido
Alivia o meu coração
E livra-me dos meus tormentos.
Olha a minha miséria e inquietações
E apaga todos os meus pecados
Vê como são numerosos os meus inimigos
E com o ódio que eles me importunam
Defende a minha alma e livra-me:
Nunca me hei-de envergonhar de ter confiado em Ti
A inocência e a rectidão me ajudem
Pois foi em Ti que pus a minha esperança.
Ó Deus, liberta este Teu Israel
De todas as suas adversidades.
30 junho 2007
Let the seasons begun...
E porque é altura de clarificar as coisas...
Fim do... ano lectivo...
20 junho 2007
Entra no teu quarto... fecha a porta... Ele te dará a recompensa...
Procuro-Te,
a Ti busco,
quero fazer a Tua vontade,
quero fazer tudo
para que em tudo sejas mais louvado,
e para que Te glorifiquem.
Que vendo as pequenas gotas do meu esforço,
esta vontade de cada dia Te procurar,
Te louvar,
Te agradecer...
possam desejar como eu,
recolhido no íntimo do meu ser,
que desejo amar-Te,
até ao Dia eterno,
até que possa cantar sem fim
que o Teu amor, Tu meu Senhor,
Tu, na verdade, és para sempre...
Acolhe o meu desejo,
dá-me a vida segundo a Tua promessa,
pois a Ti me abandono,
em Ti meu refúgio. Amén.
14 junho 2007
Perder alguém
res de todos os limites e limitações que este mundo nos impõe, ou que a nossa existência nele comporta. A separação física é que custa, mesmo se sabemos que “do outro lado” é Deus quem nos acolhe, e que Ele está também connosco, e que portanto estamos todos juntos. Perder alguém que foi tantas vezes um amigo, um avô, um verdadeiro pai, que deu tanto de si para nós, que nos acarinhou com tudo o que tinha e era, não é na verdade perder. Prefiro pensar que é ganhar, e de facto é-o. Ganhei mais alguém junto de Deus. Obrigado Senhor pelo dom da sua vida. Obrigado pela sua presença, sinal da Tua preocupação por nós. Ele ouviu já a voz do Senhor que lhe disse: “entra na alegria do teu senhor”. Que os seus últimos dias no meio de nós, num grande sofrimento, talvez inconsciente, possam dar fruto, como o grão de trigo lançado à terra. Nunca te estarei grato o suficiente. Até que nos voltemos a reunir, permanecerá a saudade e a aparente ausência, mas confio e sei que estás nas mãos de Deus, onde também eu me quero colocar, para que, no Seu abrigo, Ele me continue a proteger. 05 junho 2007
Vale a pena a vida!!!
ham passado dezanove anos. Acabaram. Amanhã já serão vinte. E isto fez-me pensar. Sentir triste, sentir alegre, confuso, agradecido, direi para resumir que foi um turbilhão de sentimentos. É um dia importante de uma vida. Duas décadas de existência. Não sei se vale a pena ter saudades daqueles anos que já passaram, deste que termina, de outros que virão. Mas vale certamente ter esperança, a esperança que não acaba quando os anos terminarem. Sinto-me agradecido. Ao mesmo tempo confiante. Não sei o que me espera ao virar da página. Mas a alegria da vida, a força que brotada juventude e a serenidade que o tempo trás à maturidade adquirida, são coisas maravilhosas. Grito bem alto: vale a pena a vida. Vale a pena amar, sofrer, sorrir, chorar, criar, descobrir, inventar, errar, caminhar, cair, voar, nadar, saltar, correr, comer, beber, respirar, falar, calar, adorar, rezar, louvar, agradecer, conhecer, perder, ganhar, esperar, sonhar...VIVER!!! "23 maio 2007
Seduziste-me Senhor!
Senhor,
Tu agarraste-me e eu não pude resistir.
Corri durante muito tempo, mas Tu perseguias-me.
Dei voltas, entrei por desvios, mas Tu os conhecias.
Tu alcançaste-me, ganhaste.
Aqui estou, Senhor. Eu disse sim, quase sem fôlego,
Quase sem forças, e quase sem querer...
Mas, de repente, pousaste sobre mim o Teu olhar de amor.
Já não poderei mais esquecer-Te Senhor.
Num instante conquistaste-me, num instante me agarraste.
Sem Te ver, eu reconheci-Te, senti-Te sem Te tocar,
Compreendi-Te sem Te escutar.
Agora sei que estás aí, presente junto a mim, e, em paz, descanso sob o Teu olhar de amor.
Basta erguer para Ti os olhos da minha alma, para encontrar o Teu olhar.
E logo nos entendemos; tudo está claro, tudo está em paz!
17 maio 2007
Desafio...
Eu tenho: lábia para muita coisa
Eu odeio: a velhacaria astuta e manhosa
Eu sinto: cansaço neste momento
Eu imploro: paz e sossego
Eu procuro: Deus
Eu arrependo-me: de muita coisa
Eu sinto dor: pela maldade (quando a encontro)
Eu sinto a falta: de ter um coração puro e simples como uma criança
Eu importo-me: com aquilo que não tem importância
Eu sempre: acelerado
Eu acredito: no Amor que é Deus
Eu danço: sozinho se fdoir preciso, mas poucas vezes
Eu falho: porque sou humano
Eu luto: sem parar por aquilo que quero
Eu escrevo: tal e com a mesma necessidade com que respiro
Eu ganho: fôlego antes de ir a alguns sítios
Eu perco: muitas coisas
Eu confundo-me: perante o aparente progredir de tanta maldade no mundo
Eu estou: no meu quarto
Eu fico feliz: com pouco
Eu tenho esperança: na misericórdia de Deus
Eu preciso: de caminhar seguro
Eu deveria: ser mais concentrado
Eu sou: quem sou, não me arrependo de ser Eu, pensador nas horas livres, sonhador quando ocupado.
Agora lanço o desafio para:
http://oblogdoangelo.blogspot.com/
http://tocarlos.blogspot.com/
http://ardaguarda.blogs.sapo.pt/
16 maio 2007
15 maio 2007
Pensamentos dispersos na ilusão de um louco pensador

10 maio 2007
Porque o dia de Ontem, ajuda a perceber o de hoje...
07 maio 2007
Louco?!
04 maio 2007
Senhor, Tu sabes tudo

13 abril 2007
A alegria de um sepulcro vazio...
27 março 2007
Uma pequena homenagem...
Então não haverá barreiras
23 março 2007
Teologia Hoje: XXI ENET
O senhor Cardeal, que proferiu a lição de sapiência do encontro, falou-nos sob o tema “O papel das religiões na paz mundial”. D. José Saraiva Martins percorreu num primeiro momento aquilo que ele mesmo apelidou como “um complexo problema histórico”, passando à análise da situação actual, sob o horizonte socio-cultural e económico. Apresentou algumas indicações práticas, nomeadamente uma antropologia que encarasse “a pessoa humana, como coração da paz”, bem assim como o ”terrorismo zero” e o justo discernimento acerca da guerra, que “nunca pode ser caminho da paz”. Terminou apresentando o que ele mesmo apelidou de “decálogo das religiões para a paz”, sublinhando o carácter pacífico de todas as religiões. Para completar o primeiro dia do ENET, actuaram para os presentes alguns dos elementos da Tuna Masculina da UCP (Porto).
O segundo dia, depois da oração de Laudes e Eucaristia, continuou com a primeira conferência, pelo professor Santiago Guerra, sob o tema “A mística cristã no diálogo inter-religioso. Sta. Teresa de Jesus e S. João da Cruz”. A sua conferência centrou-se inicialmente nas religiões orientais, concretamente no hinduísmo, para a apresentar como ponto de referência na mística, cuja concepção se centra numa mística que é “de per si” “libertação da existência”. Da apresentação dos dois caminhos da mística oriental, o caminho do conhecimento e o caminho do amor, estabeleceu a ponte para o diálogo inter-religioso, pela concretização de exemplos de afinidade entre a mística carmelita e a mística oriental. O último ponto centrou-se na “oferta” de diálogo a partir da mística carmelita, passando por S. João da Cruz, Sta. Teresa e Sta. Teresinha. Concluiu a apresentação do tema, falando daquilo que considera ser a relação entre mística e diálogo inter-religioso, ou seja “uma dissonância harmoniosa, em vez de uma harmonia dissonante”. Na conclusão desta conferência, e como intervalo lúdico da manhã, o Grupo de Jovens da Igreja Stella Maris, dos Padres Carmelitas Descalços, executou para nós algumas poesias musicadas da autoria de S. João da Cruz, Sta. Teresa e de Sta. Teresinha. Ainda durante a manhã, conferenciou o Doutor António Couto, sob o tema “Olho por olho, dente por dente?”, apresentando além do que dimana do Texto Sagrado, as suas origens no Código de Hamurabi, a própria concepção do povo hebreu, culminando na “proposta revolucionária” de Jesus, acerca do perdão.
“Diálogo inter-religioso Cristianismo-Islão. As dificuldades no relacionamento na conjuntura actual” foi o tema da apresentação que nos fez a Prof. Doutora Maria do Céu Pinto, da UM. Sumariamente referiu os pontos de convergência entre cristianismo e Islão, nomeadamente o monoteísmo e Jesus, ou “Issa”, como uma grande figura entre os muçulmanos. Depois reportou-nos os diferentes pontos de divergência, desde a Trindade, inaceitável para o Islão, como ponto mais divergente entre cristãos e muçulmanos, até ao estatuto dos crentes de outras religiões no Islão. Ainda houve tempo durante a tarde para a apresentação das Escolas Teológicas presentes: Porto e Vila Real, Guarda, Viseu e Lamego. Estiveram também presentes no encontro as escolas de Braga e Coimbra. O dia terminou com um concerto de oração, com a Claudine Pinheiro, que integra o projecto dos Salesianos “Água Viva”.
O último dia de encontro teve o seu ponto alto na Eucaristia de Encerramento do ENET, na Sé Catedral do Porto, presidida pelo Director da FT (Porto), Cónego Doutor Jorge Teixeira da Cunha, e no almoço de encerramento e plenário realizados na Pousada da Juventude, também no Porto. Na homilia da Eucaristia, o director da FT que acolheu o XXI ENET, mais uma vez felicitou a organização e sublinhou o orgulho da Faculdade em ser a casa que acolheu e preparou este encontro. “Somos uma minoria, mas temos entre mãos uma grande tarefa e vocação, que é a de levar Deus aos Homens de hoje!” sublinhou. De facto os caminhos da teologia vivem momentos de incerteza a nível institucional, onde se debate a organização das escolas de teologia. E pese embora o problema de permanecer dispersos ou juntos, ou o da formação, ou não, a nível universitário, ou o carácter “pastoral” da teologia, cuja proximidade das pessoas a quem serve pode ser um ponto importante, “sem reunião de esforços não podemos ter qualidade”. E a qualidade é tornar a teologia a “alma pastoral”, o fundamento da competência dos ministros da Igreja, a preparação dos servidores do Povo de Deus e da sociedade, com a forma que o Espírito Santo vier a inspirar, “tornando-se o centro de uma espiritualidade feliz”.
Como em todos os ENET’s, o convívio, a formação, o estabelecer laços de amizade entre os alunos de todo o país, foi mais uma vez a marca deste encontro. O último tinha sido organizado na Guarda, e talvez por isso, depois da Escola organizadora, foi a escola que marcou presença em maior número. É pena, que neste encontro, como em todos os anteriores, nunca seja possível contar com a presença de todas as escolas teológicas do país. Pese embora esta fractura na FNAET, penso poder afirmar que este encontro foi reflexo e participação visível da comunidade de estudantes de teologia a nível nacional. Felicitações à Organização. Parabéns a todos nós que acolhemos o apelo e participamos no encontro. Que possamos contar com uma maior união entre escolas, optimizando este “pequeno grupo” de estudantes de teologia a nível nacional, para que possamos ser “sal da terra, e luz do mundo” (Mt 5, 13-16). Foi grata esta visita à “mui nobre e sempre leal cidade”, e agradecemos profundamente o empenho daqueles que organizaram o XXI ENET. Aguardamos certamente as Conclusões do encontro, e esperamos que possam mais escolas de teologia continuar a acolher este desafio que a comunidade de teólogos, através da FNAET continua lançar a todas, para que “activamente continue a manifestar da unidade de escolas, na diversidade que é por si promotora da identidade de cada escola académica”, como sublinhou o presidente da FNAET, Rui Mota Alves.
06 março 2007
Hão-de olhar para Aquele que trespassaram - a morte...
14 fevereiro 2007
Apenas Tu saberás...

31 janeiro 2007
24 janeiro 2007
Partilha
Cada criança que nasce traz-nos o sorriso de Deus e convida-nos a reconhecer que
a vida é uma sua dádiva, um dom a acolher com amor e a conservar com cuidado,
sempre e em cada momento.Bento XVI, Homilia 8 de Janeiro 2007, Festa do Baptismo do Senhor
10 janeiro 2007
Novuum Annum...
23 dezembro 2006
Boas Festas!
20 dezembro 2006
Fazer do mundo um lugar feliz...

13 dezembro 2006
Partilha
Morria a noite... Um murmúrio corria de boca em boca:
O MENSAGEIRO! O MENSAGEIRO! AÍ VEM O MENSAGEIRO!
Inclinei a cabeça e perguntei: Vem já?
De todas as partes parece que estalava o Sim da resposta.
O meu pensamento, atormentado, dizia:
Não tenho ainda pronta a cúpula do meu palácio, nada está completo.
Veio uma voz do céu: Derruba o teu palácio.
Porquê? perguntou o meu pensamento
Porque hoje é o dia da chegada
E o teu palácio estorva a passagem!
07 dezembro 2006
Advento: O SENHOR VEM! (II)
Várias coisas... Em primeiro lugar significa, paradoxalmente, olhar para trás, para aquele acontecimento transcendental de há dois mil anos, para o reviver-mos com toda a intensidade. Este é um facto decisivo: Deus fez-Se Homem. Veio viver a nossa própria vida, entrou na nossa história para nos abrir um caminho que nos pudesse libertar do mal e do pecado, Deus fez Sua a nossa debilidade – a nossa carne, diz o Evangelho de João – e fez dela vida plena, vida divina.
Para podermos celebrar tudo o que o Natal significa, precisamos de ter em nós uma atitude de espera, de desejo da vinda do Senhor. Pois sem este desejo, sem estarmos convencidos que necessitamos libertação, transformação da nossa vida humana, se não vivermos profundamente o anseio de Deus e sem estarmos dispostos a acolher Alguém que nos mostre uma nova maneira de viver, que sentido teria celebrar o Natal?
Por tudo isto necessitamos de esperar e desejar a vinda do Senhor, vivendo os sentimentos do Povo do AT que espera e deseja a vinda do Messias. Pela voz dos profetas, escutamos na liturgia este desejo e necessidade de Israel daquele que seria capaz de fazer nascer uma nova maneira de viver entre os Homens, que livraria do mal e da dor, enchendo o mundo do Amor e da Misericórdia de Deus, fazendo nascer no coração dos homens, duro em acolher estes sentimentos, sentimentos de justiça e de bondade. Assim unimo-nos aos profetas, à sua espera e confiança que o Messias virá. Apesar de O sabermos já presente, continuamos também nós a precisar que Ele actue em nós e mude os nossos corações, que actue no nosso mundo e mude tanta injustiça, tanta opressão, tanta desigualdade, tanto desespero...O tempo de Advento traz-nos também um convite a que nos coloquemos no lugar de Maria, a Virgem Mãe de Deus. Ela é nestas semanas, sem dúvida, o grande modelo. Maria sabe-se pobre e frágil, como parte do mundo também ele pobre e frágil, carenciado da acção de Deus que salva...Ela deseja como ninguém que os pobres possam levantar a cabeça e que este mundo seja libertado da dor e do mal que o atormenta. Ao mesmo tempo está disposta a colaborar neste projecto, e aceita ser Mãe do Messias. Abriu o seu coração á força de Deus que actua e por mediação da qual as esperanças dos profetas se tornarão realidade. Maria trará então ao mundo o Filho de Deus, Deus feito Homem. É para nós modelo de abertura a Deus, para tornar possível a Sua vinda e modelo de esperança gozosa do Deus que vem.
04 dezembro 2006
Advento: O SENHOR VEM! (I)

Certamente não temos que fingir que Ele ainda não veio ao nosso mundo, tal como se fossemos os homens e as mulheres do Antigo Testamento que esperavam a chegada do Messias. Jesus Cristo já veio. Deus já se fez Homem, e com a Sua vinda, transformou já a nossa história e a nossa vida. Este é um facto que aconteceu há já dois mil anos, num lugar concreto, no meio de um povo concreto. E foi o Menino que nasceu que iniciou um caminho do qual todos nós somos herdeiros. Fez-se Homem, percorreu a Galileia e a Palestina, de uma forma nova, abriu caminhos inesperados. Anunciava o Amor de Deus – o Reino de Deus – que se estava a converter em realidade plena para todo aquele que o quisesse viver. Bastava mudar o coração, dispor-se a amar, ser capaz de renunciar à riqueza e ao poder, defender os mais fracos, não concordar com a opressão, deixar toda e qualquer segurança humana, e não ter outro apoio senão Deus. Além de anunciar, tornou realidade o que proclamou: abriu os olhos aos cegos, curou os doentes, levantou o ânimo aos abatidos, trouxe de novo os marginalizados, libertou a mulher adúltera daqueles que em nome da Lei a queriam apedrejar...
Todos se sentiam atraídos por este Jesus, uma multidão imensa seguiu-o. Não percebiam claramente o que dizia. Sentiam e experimentavam que naquele pregador havia uma força que fazia viver, que renovava o sentido às coisas, Nele, Deus tornava-se próximo. Acabou cravado numa cruz pois para Ele não havia nada maior que o amor, nenhuma Lei lhe passava adiante. Ora isto colocava em causa demasiadas coisas e autoridade... era verdadeiramente insustentável. Tornou-se então, para os responsáveis de Israel e para os governadores romanos, imprescindível liquidá-lO. Permaneceu fiel ao caminho que traçou, mas acabou pregado numa cruz. Como é contraditório o ser humano... Contudo o amor de Deus é sempre mais forte que o mal e a morte dos homens, e Jesus, o Filho do Deus-Amor, vence as cadeias da morte ressuscitando glorioso, e aqueles que o tinham seguido, experimentaram a Sua presença e receberam o Seu Espírito.
Desde então este grupo foi crescendo, e hoje somos Igreja à imagem daquele grupo de discípulos, continuando o que Jesus Cristo, esse Menino-Deus que se fez Homem, anunciou e o que a Sua Incarnação significa: Deus ama-nos e quer estar no meio de nós, para que nós estejamos n’Ele.
30 novembro 2006
In Fine
25 outubro 2006
«Que eu veja»
No meio do meu dia,
no meio das minhas pressas.
Que eu veja na minha cegueira,
na minha debilidade,
Que eu veja...
Que veja no mais fundo de mim,
que te veja Senhor.
Que te procure e te encontre,
no meio dos meus irmãos,
Que eu veja Senhor...
Na caminhada de hoje,
na queda de ontem,
no calcorrear os caminhos amanhã,
que eu veja Senhor.
Que te saiba e sinta sempre comigo.
Que nunca me separe de Ti.
Que que veja Senhor...
Tem Piedade de mim.
23 outubro 2006
Hoje...
É acordar e adormecer.
É sorrir mas também chorar.
É uma nova oportunidade de olhar o mundo...
15 outubro 2006
É mais fácil um camelo...
04 outubro 2006
Hoje...
O optimista vê uma oportunidade em cada dificuldade.»
28 setembro 2006
"Nem o nosso temor é constante, nem o nosso amor é estável"
[...] qual é o homem que pode julgar o homem? A terra está cheia de juízos temerários. Aquele de quem perdêramos toda a esperança, dum momento para o outro converte-se e torna-se o melhor de todos. Nem o nosso temor é constante, nem o nosso amor é estável.O que é hoje cada homem, dificilmente o sabe o próprio homem. E se de algum modo sabe o que é hoje, não sabe o que será amanhã.
27 setembro 2006
Talvez...
Talvez um dia brinquemos com as palavras
Talvez um dia sonhemos com outras realidades
Ou talvez não...
Talvez um poema, ou quem sabe uma prosa
Uma prece, ou um simples pedido,
Num dia alegre ou triste...
Penso que tanto faz... Porque talvez
Nunca me esqueça de quem não se esquecer de mim
E talvez guarde dentro do meu peito recordações felizes.
Então ouvir-te-ei, não importa onde nem quando,
Mas as tuas palavras hão-de ecoar no meu coração
E TALVEZ te ensine o que é escutar.
19 setembro 2006
18 setembro 2006
14 setembro 2006
Cada dia...É sonho, é poema...
É manhã que se levanta
no acordar preguiçoso do sol,
nas densas nuvens que encanta.
É sol que brilha no horizonte.
Bem alto no alto do céu...
e brisa que acaricia a fronte.
É misto de ternura e de fúria,
Com o tempo e o vento...
que dança ora rápido, ora lento,
com frémitos de luxúria...
E é noite que depois do sol posto
nas estrelas, adormece com o teu rosto,
cada vez mais meu...
11 setembro 2006
Terrorismo...
10 setembro 2006
«Tende coragem, não temais. Aí está o Vosso Deus [...] ELE PRÓPRIO VEM SALVAR-NOS»

07 setembro 2006
Uma sms que alguém me enviou...

"A glória da amizade não é a mão estendida,nem o sorriso carinhoso,nem mesmo a delícia da companhia.É a inspiração espiritual que vem quando descobrimos
que alguém acredita e confia em nós."
01 setembro 2006
Irmão Roger de Taizé: Algumas palavras da carta inacadaba...
(excerto da carta por Acabar)
31 agosto 2006
Sigo em frente para amar

09 agosto 2006
Uma flor, um olhar, um sorriso

Uma flor que nos alegra a vida
Uma calma que nos preenche a alma
Uma paz que nos inunda o espírito...
Um momento que nos preenche o coração
Um olhar que nos atravessa até ao mais profundo
Um sorriso que nos faz brilhar os olhos...
Um gesto que faz memória...
Um dia, um instante, para sempre gravado
Um caminho começado, nunca mais acabado
Tudo isto faz parte da vida, tudo isto nos alegra
entristece, faz crescer, mesmo se a sofrer,
nos faz rumar para mais longe, mais além...
08 agosto 2006
Pegadas na Areia

Sonhei que caminhava na praia juntamente com Deus. E revi, espelhados no céu, todos os dias da minha vida passada. E em cada dia vivido, apareciam na areia, duas pegadas: as minhas e as d'Ele. No entanto, de quando em quando, vi que havia apenas as minhas pegadas,e isso acontecia precisamente nos dias mais difíceis da minha vida. Então perguntei a Deus:"Senhor, eu quis viver contigo, e tu prometeste ficar sempre comigo. Porque me deixaste sozinho, logo nos momentos mais difíceis?"
Ao que Ele respondeu: "Meu filho, sabes que eu te amo e que nunca te abandonei. Os dias em que viste so umas pegadas na areia são precisamente aqueles em que Eu te levei nos meus braços."
07 julho 2006
No anoitecer de mais um dia

Há dias felizes. Há dias infelizes. Há momentos alegres. Há momentos tristes. A nossa existência, embora breve, tem o dom de nos oferecer todos esses momentos. Ainda bem que um dia acordamos. Ainda bem que um dia adormecemos. Tudo depende do nosso íntimo. Ainda bem que não há dias iguais. Somos ricos. Temos milhoes de coisas diferentes. Sozinhos ou acompanhados a nossa vida continua. Acompanhados podemos ficar tristes com quem nos rodeia. Sozinhos, até sozinhos podemos encontrar a desilusão na nossa propria solidão...
Faço votos para que aqueles que conseguem viver sozinhos, que conseguem esquecer os outros, que se conseguem afastar, criando uma torre, nunca experimentem o fracasso dessa desilusão.
Auguro para os que vivem acompanhados que sejam capazes de se alegrar com a alegria dos outros, fazendo dela a sua propria alegria. Bem assim o sofrimento.
Há horas felizes. Recordo uma hora feliz hoje em particular. Há horas tristes. Recordo uma delas em particular. Ora digam lá que não somos seres animados (com sentimentos) pensantes?!
04 julho 2006

A vida é assim um circulo que vai andando... que vai dando voltas... que nos trás novamente a alguns momentos que já passaram... sei lá... não se repete, mas lembra-nos... não volta para trás, mas deixa-nos parados no tempo a pensar... porque é que as coisas acontecem assim e não mais voltam para as corrigirmos ou para as saborear-mos no único tesouro que temos entre mãos (o momento presente)?!






